Sabendo tecer, não desperdices fio. Sabendo falar, não desperdices as palavras.(Laos)

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domingo, 22 de abril de 2012

Romero Britto

"O Mago das Cores"
"Para mim, a Arte reflete a celebração das coisas simples e gostosas
da vida"
(Romero Britto)


Estará em Santos-SP até o dia 6/5 a exposição do pintor Romero Britto,na Pinacoteca Benedito Calixto.
                  Badalado, prestigiado, reconhecido. Este artista pernambucano, de 49 anos, coleciona prêmios e sua obra está presente no acervo de mais de 100 galerias pelo mundo e em coleções de admiradores famosos, como o senador americano Ted Kennedy, Madonna e o tenista André Agassi.
                   O estilo de Romero Brito traz composições inusitadas e passeia por cores vibrantes. O resultado é tão alegre e positivo que cruzou a fronteira das artes plásticas e, hoje, é uma pintura aplicada na moda, em peças publicitárias da Pepsi-Cola, IBM, Disney e Apple, embalagens e carros

A entrada é gratuita e vale a pena estar perto e "sentir" as cores das obras curarem sua alma!!!!
A maior parte do que está exposto são gicleês e collectibles (peças para colecionadores)
Para dar uma amostra...

Collectible




Romero Britto é conhecido como artista pop brasileiro, radicado em Miami. Suas obras caíram no gosto das celebridades por sua alegria e sua cor, tendo sido alçado para a fama ao realizar a ilustração de uma campanha publicitária para a vodca Absolut. Começou no mundo do "grafite" e hoje é o artista preferido de vários atores e atrizes hollywoodianos. Porém nunca obteve sucesso com a crítica especializada, uma vez que se trata de um artista cujo trabalho é por demais determinado pela indústria cultural, sendo impossível distinguir até que ponto seu trabalho deve ser visto como arte ou como prática de marketing.




quarta-feira, 28 de março de 2012

Idéia genial...

O que começou como uma idéia divertida e simples de dar a uma criança de 4 anos um brinquedo baseado em seu próprio desenho, agora se tornou um negócio muito interessante.A empresa Studio da Criança, está agora criando extraordinários brinquedos de pelúcia com base no próprio desenho do seu filho; inteligente re-imaginar o seu sentimento, muitas vezes de estilo único. Até agora mais de 200 brinquedos originais foram criados.




Quanto custam estes brinquedos ? Os preços são de aproximadamente U$ 100 ...mas vale a pena.
 








domingo, 12 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Dica para os lápis de cor.

Esta dica rolou pelo facebook e posto por achar muito prática.


Boa dica para creches, orfanatos ou oficinas de arte e pintura, pois podem guardar lápis ou pincéis.
Em vez de se desfazer de forma inadequada desses materiais, podemos adaptá-los de maneira construtiva para "aliviar" a vida de animais de rua, alimentar pássaros ou dar um toque inusitado à decoração de ambientes. São materiais simples como garrafas pet, xícaras, casca de côco, caixotes de madeira, etc. Mesmo que você... não os utilize, seja pelo motivo que for, compartilhe, pois sempre tem alguém querendo fazer algo e atitudes como essas são preciosas, assim como a ajuda dessas pessoas. As idéias não são minhas, estou só repassando. Dicas como estas, são bem-vindas! Grata aos internautas que as disponibilizaram.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Poucas Cinzas

Hoje assisti o filme que narra a história do pintor Salvador Dalí e do poeta Federico Garcia Lorca.
Adoro ambos e suas artes.Mas o filme foi muito bem conduzido e cuidado,para que não beirasse a banalização dos sentimentos.Quem gosta de arte irá amar!!!
No  filme Javier Beltrán (Lorca) e Robert Pattinson(Dalí) ,estão fantásticos.


ODE A SALVADOR DALÍ

Frederico Garcia Lorca



Uma rosa no alto do jardim que tu desejas.

Uma roda na pura sintaxe do aço.

Desnuda a montanha de névoa impressionista.

Os grises observando suas balaustras ultimas.



Os pintores modernos, em seus brandos estúdios,

cortam a flor asséptica da raiz quadrada.

Nas águas do Sena um iceberg de mármore

esfria as janelas e dissipa as eras.



O homem pisa forte nas ruas lajeadas.

Os cristais se esquivam da magia e do reflexo.

O governo fechou as lojas de perfume.

A máquina eterniza seus compassos binários.



Uma ausência de bosques, biombos e sobrecenhos

erra pelos telhados das casas antigas.

O ar pule seu prisma sobre o mar

e o horizonte sobe como um grande aqueduto.



Marinheiros que ignoram o vinho e a penumbra

decapitam sereias nos mares de chumbo.

A Noite, negra estátua da prudência, tem

o espelho redondo da lua em sua mão.



Um desejo de formas e limite arrebatada.

Vem o homem que olha com o metro amarelo.

Vênus é uma branca natureza morta

e os colecionadores de mariposas fogem.



***



Cadaqués, no fiel da água e da colina,

eleva escalinatas e oculta caracóis.

As flautas de madeira pacificam o ar.

Um velho Deus silvestre dá frutas aos meninos.



Seus pescadores dormem, sem sonho, na areia.

Em alto-mar lhes serve de bússola uma rosa.

O horizonte virgem de lencinhos feridos

junta os grandes vidros do peixe e da lua.



Uma dura coroa de brancos bergantins

cinge frontes amargas e cabelos de areia.

As sereias convencem, mas não sugestionam,

e saem mostrando um copo de água doce.



***



Alma higiênica, vives sobre marmores novos.

Foges à escura selva de formas incríveis.

Tua fantasia chega onde chegam tuas mãos,

e gozas o soneto do mar em tua janela.



O mundo tem surdas penumbras e desordem,

nos primeiros términos que o humano frequenta

Porém já as estrelas ocultando paisagens

assinalam o esquema perfeito de suas órbitas.



A corrente do tempo se remansa e se ordena

nas formas numéricas de um século e outro século.

E a Morte vencida se refugia tremendo

no circúloestreito do minuto presente.



Ao pegar tua palheta, com um tiro em uma asa,

pedes a luz que anima a copa da oliveira.

Larga luz de Minerva, construtora de andaimes,

onde não cabe o sonho nem sua flora inexata.



Pedes a luz antiga que fique na frente,

sem baixar a boca nem o coração do homem.

Lua que temem as vides estranháveis de Baco

e a força sem ordem que leva a água curva.



Fazes bem em pôr bandeirolas de aviso,

no limite escuro que relumbra a noite.

Como pintor não queres que te abrande a forma

o algodão cambiante de uma nuvem imprevista.



O peixe no aquário e o pássaro na gaiola.

Não queres inventa-lo no mar ou no vento.

Estilizas ou copias depois de ter olhado

com honestas pupilas seus corpinhos ágeis.



Amas uma máteria definida e exata

onde o fungo não possa armar acampamento.

Amas a arquitetura que constrói no ausente

e admites a bandeira como uma simples pilhéira.



Diz o compasso de aço seu curto verso elástico.

Desconhecidas ilhas já a esfera.

Diz a linha reata seu vertical esforço

e os sábios cristais cantam suas geometrias.



***



Mas também a rosa do jardim onde vives.

Sempre a rosa, sempre, norte e sul de nós!

Tranquila e concentrada como uma estátua cega,

ignorante de esforços soterrados que causa.



Rosa pura que limpa de artifícios e esboços

e nos abre as asas tênues do sorriso.

(Mariposa pregada que medita seu vôo.)

Rosa do equilíbrio sem dores buscadas.

Sempre a rosa!



***



Oh! Salvador Dalí, de voz azeitonada!

Digo o que me dizem a tua pessoa e teus quadros.

Não te louvo o imperfeito pincel adolescente,

mas canto a firme direção das tuas flechas.



Canto teu belo esforço pelas luzes catalãs,

teu amor ao que tem explicação possível.

Canto teu coração astronômico e terno,

de baralha francesa e sem nenhuma ferida.



Canto a ânsia de estátua que seus personagens sem trégua,

o medo à emoção que te aguarda na rua.

Canto a sereiazinha do mar que te canta

montada na bicicleta de corais e conchas.



Mas antes de tudo canto um comum pensamento

que nos une nas horas escuras e douradas.

Não a Arte a luz que nos cega os olhos.

É primeiro o amor, a amizade e a esgrima.



É primeiro o quadro que paciente desenhas

o seio de Tereza, a de cútis insone,

o apertado cacho de Matilde, a ingrata,

nossa amizade pintada como um jogo de oca.



Sinais datilográficos de sangue sobre o ouro

risquem o coração da Catalunha eterna.

Estrelas como punhos sem falcão te relumbram,

enquanto tua pintura e tua vida florescem.



Não olhes a clepsidra com asas membranosas,

nem a dura gadanha das alegorias.

Veste e desnuda sempre o teu pincel no ar,

ante o mar povoado com barcos e marinheiros.

"Lembre-se de mim quando estiver na praia e quando pintar coisas brilhantes e de poucas cinzas. Oh, minhas poucas cinzas! Coloque meu nome no quadro a fim de que meu nome sirva para algo, no mundo"

Federico Garcia Lorca


Little Ashes (poucas cinzas)- o quadro - define como Dali via Federico Garcia Lorca quando conviveram em Madrid e quando viveram a descoberta um do outro, uma fusão surreal de um poeta genial com um ícone em seu despertar...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Itaú doa mais livros...

   
   Quem já se inscreveu ano passado,gostou do que viu.Os livros chegaram às nossas casas e fizeram a alegria de adultos e crianças.
         São 3 livros e um deles é a Chapeuzinho Amarelo do Ziraldo.


            Faça sua inscrição no site abaixo que eles enviam pelo correio.


Quem aprende a gostar de ler sabe escrever a própria história.O Itaú realiza uma série de programas e parcerias para tornar o Estatuto da Criança e do Adolescente uma realidade para todos. E investe cada vez mais na qualidade da educação.

A Coleção Itaú de Livros Infantis foi criada pela Fundação Itaú Social para ajudar a despertar desde cedo o prazer pela leitura. Ela foi feita para você que também acredita que a educação é o melhor caminho para a transformação do Brasil.

A educação muda o Brasil.

E o Itaú participa dessa mudança com você.


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Encantos da música

Encantos da música



Novas pesquisas explicam o poder dos sons sobre o que sentimos e os benefícios para o bem-estar físico e mental; entre seus efeitosestão o favorecimento da coesão social e de conexões empáticas entre os membros de um grupo

Passei alguns dos momentos mais emocionantes de minha vida conectada à música. 
Na faculdade meus olhos frequentemente se enchiam d’água durante os ensaios do coral duas vezes por semana. Eu me sentia relaxada e em paz, mas, ainda assim, excitada e alegre e, ocasionalmente, a emoção era tanta que sentia uma espécie de arrepio. E me sentia ligada aos meus companheiros de música de uma maneira que não acontecia com amigos que não cantavam comigo. Frequentemente, eu me questionava por que sons melodiosos desencadeavam tais sentimentos e sensações. Filósofos e biólogos têm feito essa mesma pergunta por séculos, considerando que os humanos são atraídos de forma universal para a música. Ela nos consola, anima, marca momentos especiais e favorece a criação de laços – mesmo não sendo necessária para a sobrevivência ou a reprodução.




Cientistas já concluíram que a influência da música pode ser um evento casual, que surge de sua capacidade de mobilizar sistemas do cérebro que foram constituídos com outros objetivos – como dar conta da linguagem, da emoção e do movimento. Em seu livro Como a mente funciona (Companhia das Letras, 1998), o psicólogo Steven Pinker, da Universidade Harvard, compara a música a uma “guloseima auditiva”, feita para “pinicar” áreas cerebrais envolvidas em funções importantes. Mas, como resultado desse acaso, os sons harmoniosos oferecem um novo sistema de comunicação, com base mais em percepções sutis que em significados. Pesquisas recentes mostram, por exemplo, que a música conduz certas emoções de forma consistente: o que sentimos ao ouvir algumas canções e melodias é bastante similar ao que todas as outras pessoas na mesma sala sentem.
Evidências também indicam que a música faz aflorar respostas previsíveis em pessoas de culturas diversas, com capacidades intelectuais e sensoriais variadas. Até mesmo recém-nascidos e adultos com cognição prejudicada apreciam a musicalidade. “A música parece ser a forma mais direta de comunicação emocional, uma parte importante da vida humana, como a linguagem e os gestos”, afirma o neurologista Oliver Sacks, da Universidade Colúmbia, autor de Alucinações musicais – Relatos sobre a música e o cérebro (Companhia das Letras, 2007) e Musicofilia (Relógio D’água, 2008). Tais comunicações fornecem um meio para as pessoas se conectar emocionalmente e, assim, reforçar os vínculos que são a base da formação das sociedades humanas – o que certamente favorece a sobrevivência. Ritmos podem facilitar interações sociais, como marchar ou dançar juntos, solidificando relações. Além disso, os tons nos afetam individualmente manipulando nosso humor e, até mesmo, a psicologia humana de forma mais efetiva do que palavras – para excitar, energizar, acalmar ou promover a boa forma física.



por KAREN SCHROCK
retirado de Revista Mente e Cérebro
(leia mais no link acima)


domingo, 7 de novembro de 2010

Preparando o espírito para o Natal

  Recebi num e-mail diversas fotos de artesanato natalino com materiais recicláveis.
  Tem idéias super interessantes...ao menos damos um fim melhor para os recicláveis,que estão sufocando nosso planeta!!!!



















Fontes das próximas Imagens:


http://lucianemaria.blogspot.com/2010/11/presepio-e-enfeites-de-natal.html

http://lymello.blogspot.com/2009/11/fazendo-seu-proprio-natal.html

http://www.flickr.com/photos/28324775@N04/3056463650/













VOCÊ TEM OUTRAS IDÉIAS?????POSTE AQUI!!!

MAIS IDÉIAS